sexta-feira, 5 de agosto de 2016

REINO DA ESPANHA: O PRIMEIRO IMPÉRIO GLOBAL DA ERA MODERNA


Reino de Espanha: O primeiro império global da era moderna

Érica Turci
fonte:http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/reino-de-espanha-o-primeiro-imperio-global-da-era-moderna.htm

No início do século XV a Espanha ainda não era a Espanha. Era apenas um conjunto de reinos com uma enorme mistura de povos e culturas, e seu território estava dividido em regiões independentes: Galícia, Astúrias, Leon, Castela, Navarra, Aragão e Catalunha; enquanto no extremo sul o Reino de Granada era dominado pelos mouros.

Nos portos e centros urbanos desses reinos conviviam espanhóis, mouros, italianos, portugueses e uma das maiores comunidades de judeus de toda a Europa. E por muito tempo foi assim, até que Isabel, futura rainha de Castela, conheceu o rei Fernando II, de Aragão, e um casamento aconteceu.

Para contar sobre esse casamento e o que ele significou para a consolidação do reino da Espanha, vamos voltar um pouco no tempo para descobrir como foi o início da vida dessa rainha, que mais tarde receberia a alcunha de "a católica".

Isabel foi a terceira filha do rei Juan II e estava com três anos de idade quando seu pai faleceu. Enquanto Henrique, seu irmão mais velho, herdava o trono de Castela, ela teve que ir morar na aldeia de Arévalo.
Dez anos se passaram até que Isabel pudesse voltar para a corte sob a tutela de seu irmão Henrique. Mas não demorou muito para que o rei fosse deposto e seu irmão mais novo, Afonso, tomasse seu lugar. Essa conspiração ocorreu somente por que Afonso tinha apenas 11 anos de idade e seria facilmente manipulado pelos nobres que desejavam o poder.

A princesa das Astúrias

Esse arranjo, entretanto, durou apenas três anos e terminou com a morte inesperada de Afonso. Os conspiradores voltaram então seus olhos para Isabel e a coroaram "princesa das Astúrias", pensando que uma menina com apenas 16 anos poderia ser controlada com facilidade. Mas estavam enganados.

Castela e Aragão eram os reinos católicos mais influentes da região e, desde o início da Guerra da Reconquista no século VIII, lideravam os hispânicos contra os invasores mouros. Isabel sabia que precisava de um aliado poderoso para conseguir reinar com segurança e por essa razão, dentre vários pretendentes, escolheu o rei Fernando II de Aragão. Casaram-se em 1469 e deram início à formação do Reino da Espanha.

Desde o princípio, o processo de centralização política que propuseram foi lento e marcado por conflitos, pois as ligas dos nobres, chamadas banderías, se recusavam a aceitar o domínio castelhano e aragonês. Mas Isabel e Fernando, que eram chamados de os Reis Católicos, souberam canalizar os interesses militaristas e religiosos dos hispânicos para a Guerra da Reconquista contra os inimigos mouros.

Enquanto esse objetivo não era alcançado, os Reis Católicos cuidavam de outras frentes e em 1474 enviaram uma expedição para conquistar as Ilhas Canárias, primeira etapa da expansão marítima espanhola. Em razão desse episódio, foi assinado com Portugal em 1479 o Tratado de Alcáçovas, que garantiu para o reino espanhol o domínio marítimo atlântico até aquele arquipélago.

Se esse acordo abria as portas para futuras conquistas espanholas, vale lembrar que ele também influenciou bastante a expansão marítima portuguesa, ao estabelecer que a partir do sul das Ilhas Canárias o direito de exploração fosse de Portugal.

Quando o reino mouro de Granada foi tomado pelos espanhóis, em janeiro de 1492, Fernando e Isabel puderam enfim celebrar o triunfo da união espanhola e, assim, avançar nas suas pretensões de um reino unificado.

Estratégias para a unificação

O Estado espanhol que se formava era católico e intimamente ligado ao papa Alexandre VI, um espanhol eleito papa em 1492. Essa aliança entre os reis e a Igreja fez que a Inquisição se instaurasse com grande força na Espanha, exercendo muitas vezes o papel de perseguidora política, em defesa dos interesses dos Reis Católicos.

Por outro lado, a Universidade de Salamanca, em Castela, era um importante centro de estudos humanistas e foi responsável pelas maiores contribuições para as leis que garantiam a centralização política espanhola.

A Universidade de Salamanca foi também importante para o desenvolvimento de estudos náuticos e geográficos, que seriam muito úteis para a expansão marítima da Espanha, assim como, após a conquista da América, formularia as leis garantindo os direitos espanhóis sobre as terras e os povos conquistados.

Ao mesmo tempo em que procuravam aumentar seu poder por meio de conquistas territoriais e expansão marítima, no âmbito interno os Reis Católicos buscavam uma identidade cultural entre os hispânicos, incentivando o preconceito, principalmente contra os negros, mouros, judeus e ciganos. Fiéis à sua estratégia para unificação do reino, em 1492, no mesmo ano em que venceram os mouros em Granada, decretaram a expulsão dos judeus e dos mouros que não aceitavam se converter ao catolicismo.

Nessa mesma época, Fernando II iniciou expedições militares rumo à Itália e suas vitórias levariam Nápoles e a Sicília a se submeterem à Espanha. Dessas campanhas participaram vários futuros conquistadores da América, entre eles Hernán Cortes.

Coroando um ano excepcional, foi também em 1492 que os reis espanhóis financiaram Cristóvão Colombo em sua busca das Índias. Colombo daria para o reino espanhol o poder que nenhum outro reino europeu possuía: colônias riquíssimas em ouro e prata, além de terras férteis e povos para serem explorados.

Direto ao ponto

Em resumo, o reinado de Isabel e Fernando II ficou marcado na história por seu empenho pela unificação e expansão da Espanha e ao fazer isso os seus atos sempre estiveram envolvidos com as seguintes questões:

    luta pela centralização política e unificação cultural, baseada na intolerância religiosa e no militarismo;

    desenvolvimento científico e humanista amparados pela Universidade de Salamanca;

    guerras pela conquista de regiões italianas;

    expansão marítima e comercial atlântica incentivadas pela concorrência com Portugal.

Entretanto, mais do que representar o reinado de Isabel e Fernando II, essas questões são essenciais para compreender a própria Espanha do século XV e, principalmente, como a partir de suas conquistas se transformou no maior império da Idade Moderna.

Érica Turci é historiadora e professora de história formada pela USP.

quinta-feira, 28 de julho de 2016


Pois seus problemas acabaram! Este post vai te ensinar a memorizar vocabulários com simplicidade.

1. Busque imagens que te remetam à palavra que você acabou de aprender. Bald, que significa “careca”, lembra uma bola, que se diz “Ball”. Voilà! Assim, é só fechar os olhos e se lembrar da referência que você mesmo criou.

2. Faça uma lista de palavras, principalmente quando começar a estudar. Escrever ajuda a memorizar o que você já aprendeu em uma leitura.

3. Escreva suas próprias definições para as palavras. Faça isso de um jeito simples e amigável, e mantenha um dicionário pessoal, organizado por ordem alfabética. Assim, quando for estudar e quiser fazer uma consulta, terá tudo organizado.

4. Faça tudo em inglês! É sério − isso vai facilitar tanto, mas tanto a sua vida, que você perceberá que a simplicidade é a solução perfeita. Listas de supermercado, de coisas a fazer ou até pequenas anotações. Migre para o idioma que está estudando e o resultado aparecerá rapidinho.

5. Leia e ouça mais em inglês. Livros, jornais, revistas − devore tudo com um dicionário ao seu lado. Ao ouvir sua banda preferida, aproveite e cante junto com o vocalista, mantendo a tradução da letra ao seu lado − além de expulsar os demônios, você pratica a pronúncia.

6. Faça associações. Você pode fazer isso juntamente com as dicas 2 e 3. Pense em um assunto e procure listar o máximo de palavras relacionadas a ele. Pense em maneiras de combiná-las e imagine o contexto em que seriam usadas.

7. Use momentos aleatórios, como antes de dormir ou ao praticar um esporte, para a memorização.Novos vocabulários devem ser absorvidos de um jeito lúdico − bom para você, bom para o seu inglês!

8. E, por fim, “take it easy” − ou seja, vá com calma. Ansiedade é normal, mas você não vai aprender milhares de palavras em poucos meses. O vocabulário aumentará gradualmente e se fixará, para todo o sempre, na sua memória, se você aprender com foco na qualidade, e não na quantidade.



http://cursodeingles.uol.com.br/artigos/dicas/8-segredos-para-memorizar-vocabulario-em-ingles-com-mais-facilidade/#rmcl


sábado, 2 de julho de 2016

10 MOTIVOS PARA APRENDER INGLÊS AGORA!

fonte: http://pouparinvestirganhar.com.br/10-motivos-pra-aprender-ingles-agora/

INTRODUÇÃO


Vamos aprender inglês agora?
Estamos numa crise bastante significativa onde temos todos os principais ingredientes (juros altos, impostos altos e desconfiança) para um significativo aumento no desemprego no país.
Nesse sentido é importante ter uma forte resiliência, ou seja, capacidade de adaptação aos novos tempos.
São nos tempos de crise que novas oportunidades aparecem, e você tem que estar preparado para elas “turbinando” seus conhecimentos, habilidades e atitudes.
Um dos conhecimentos que você deve ter agora é o da língua inglesa. O inglês pode não ser a língua mais falada no mundo (perde para o chinês) mas certamente é a favorita no mundo dos negócios e a mais difundida pelo mundo. Um reflexo do domínio Anglo-Americano dos últimos séculos.
Mas falar de oportunidades é muito abstrato, então listo abaixo 10 motivos pelos quais você deve aprender inglês agora!

1 – CONSEGUIR UM EMPREGO OU UMA PROMOÇÃO NO EMPREGO


Conseguir promoção ou emprego
Em um mundo globalizado onde empresas multinacionais tem equipes de diferentes países trabalhando nos mesmos projetos uma língua universal de comunicação faz-se necessária e o inglês naturalmente toma esse papel.
Não ser fluente em inglês o fará ser preterido nesses projetos. Para piorar, com a crise e a recessão, empresas passarão a demitir e o inglês será claramente um diferencial na linha de corte.
Se você está num processo de seleção de trainnee de uma multinacional deve saber que o inglês geralmente é eliminatório, parece óbvio não? Só que mais da metade dos candidatos já são eliminados na primeira fase devido ao inglês.

2 – MAIS FACILIDADE EM VIAJAR A TRABALHO PARA O EXTERIOR PELA EMPRESA


É uma continuação do conceito do item anterior, empresas enviam seus melhores funcionários para o exterior por diversos motivos, seja para aprender uma tecnologia nova ou uma pós-graduação ou participar de um projeto novo.
O fato é que, ao participar de alguma iniciativa no exterior, sua visibilidade na empresa aumenta e, com ela, suas chances de progressão na carreira. Para isso, saber a língua inglesa é crucial.

3 – TRABALHAR FORA DO PAÍS


Trabalhar Fora
Esqueça que você trabalha numa multinacional, suponha que você queira trabalhar “lá fora” mesmo, aproveitando esse momento de câmbio desvalorizado para turbinar seus ganhos.
Existem países como Canadá e Austrália que mantém programas de recrutamento para diversos segmentos, inclusive em áreas técnicas como engenharia e tecnologia da informação.
Entrevistas de emprego e outras atividades do processo de seleção são todas em inglês então você deverá estar “afiado” na língua para conseguir uma vaga.
É claro que você consegue ir sem saber nada de inglês, mas suas chances diminuem. Talvez o emprego que você consiga não seja o que você originalmente desejava e, finalmente, sua adaptação será mais complicada devido a barreira do idioma.

4 – ESTUDAR NUMA UNIVERSIDADE LÁ FORA


Estudar Fora
Muitos jovens têm o sonho de estudar numa universidade “top de linha” no exterior. Stanford, Harvard, MIT, Princeton, Cambridge, Oxford são alguns nomes que “saltam” aos olhos dos estudantes.
É bastante difícil entrar numa universidade dessas, e a prova de inglês (ou a necessidade de apresentar uma certificação/aprovação como o TOEFL ou Michigan) já elimina a grande maioria dos interessados.
Após essa “primeira peneira” vem a fase das entrevistas que são em inglês. Novamente deverá mostrar desenvoltura para obter sucesso.
Finalmente, algumas destas instituições mantém programas de treinamento gratuitos na internet. Isso é ótimo não? É a chance de você aprender conteúdo que custaria milhares de reais simplesmente “de graça”. Só que você precisa saber inglês para poder aproveitar tudo isso.
Mais para a frente falaremos nesse assunto, mas a essa altura do texto você já deve estar percebendo o enorme valor de dominar a língua inglesa.

5 – TRABALHAR COMO TRADUTOR DE TEXTOS


Tradução de Textos
Trabalhar como freelancer na tradução de textos é uma fonte certa de renda extra que você pode ter. Uma rápida pesquisa no site Workana, dá para perceber uma quantidade significativa de ofertas de trabalhos.
O Google se mostra como um excelente tradutor de textos, mas ainda é necessária a tradução humana para diversos produtos como Software, Livros, artigos científicos, trabalhos universitários etc.
Um tipo de serviço de tradução me chamou a atenção. Com o advento dos vídeos e o seu uso em larga escala na internet, o serviço de tradução de textos para inserção em legendas se tornou uma grande necessidade.

6 – TRABALHAR COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA


Tradução Simultânea
O Brasil, pela sua grandeza e apelo turístico, certamente se tornou parada obrigatória para grandes congressos e eventos de todas as áreas.
Isso significa muitos palestrantes internacionais. Também virou hábito, em eventos nacionais, chamar uma atração internacional para “turbinar o evento”.
A vinda de um palestrante internacional gera a necessidade de um serviço de tradução simultânea. Geralmente, mesmo que não seja a língua nativa do palestrante, muito provavelmente ele fará a palestra em Inglês.
NOTA: EU PESSOALMENTE ACHO CHATO ASSISTIR UMA PALESTRA COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA, TER QUE FICAR COM AQUELE FONE DE OUVIDO MUITAS VEZES DESCONFORTÁVEL, E, ALÉM DISSO, TEM QUE PERDER TEMPO PARA RETIRAR E DEVOLVER O APARELHO. SE VOCÊ ENTENDE INGLÊS NÃO PRECISA DISSO.

8 – DAR AULAS DE CONVERSAÇÃO.


Dar aulas de conversação
Aulas de conversação são importantes para o aumento e posterior manutenção da proficiência em inglês e a demanda pelas mesmas é fortíssima.
Com o advento das ferramentas em vídeo (Skype, Hangout, Zoom, Etc..) ficou mais fácil dar e fazer aulas de conversação.
Trata-se de mais uma forma de gerar uma renda extra sem sair de casa.

7 – TURISMO (TRABALHAR OU FAZER)

O turismo é uma indústria que movimenta bilhões por ano e fonte de milhões de postos de trabalho no mudo inteiro.
Trabalhar no setor de turismo significa ter que lidar com muitas pessoas de diferentes nacionalidades e saber falar uma língua estrangeira como o Inglês é crucial neste momento.
Há muitos empregos temporários no setor, especialmente em alta temporada, sobretudo para quem é mais novo e quer custear a viagem.
Tenho amigos que ficaram 4 meses na Europa durante a alta temporada, eles trabalhavam 2 meses, e, com o dinheiro arrecadado, faziam turismo nos meses seguintes.
Trabalhando ou fazendo turismo, a comunicação é essencial e o conhecimento de uma língua estrangeira é fundamental, se você tem o desejo de viajar pelo mundo certamente não vai querer que a comunicação seja um empecilho.

9 – LER LIVROS ESTRANGEIROS A UM CUSTO MUITO MENOR


Livros de Investimentos cujo maioria não é traduzida. Foto gentilmente cedida por Henrique Carvalho do Viver de Blog
É impressionante. A diferença de preço entre algumas versões nacionais e estrangeiras de determinados livros.
É claro que fazer a tradução de um livro estrangeiro para nossa língua envolve custos de tradução, licenciamento, nova edição, etc. Quanto mais técnico é um livro, maior a diferença.
Além da questão do custo tem a questão do livro em si. Uma tradução de livro pode demorar meses, ou até anos para ocorrer (ou simplesmente nunca ocorrer).
Num mundo onde tempo é dinheiro ter acesso antecipado a um conhecimento novo pode ser a diferença entre ganhar centenas e milhares de reais fruto do mesmo.
Veja o caso da disciplina de “Asset Allocation” (Alocação de Ativos). Há uma vasta literatura sobre o assunto no exterior, mas que nunca foi traduzida para o português.
O meu colega Henrique Carvalho estudou esse assunto a fundo através desta literatura e compilou o conhecimento num e-book que se tornou um sucesso de vendas (clique aqui para saber mais sobre esse trabalho do Henrique).
E nada disso seria possível se ele não tivesse o domínio da língua inglesa.

10 – INGLÊS É UMA LINGUAGEM FÁCIL DE APRENDER.


Inglês é uma língua mais simples que as outras
A popularidade da língua inglesa se deu especialmente por conta da liderança no cenário mundial exercida pela Inglaterra e Estados Unidos nos últimos dois séculos, mas o fato de ser uma linguagem de fácil aprendizado contribuiu muito para sua disseminação.
Então se hoje você está pensando em aprender uma língua estrangeira e não sabe qual, o inglês certamente é uma das melhores opções.

DIFICULDADES EM APRENDER INGLÊS


Dificuldades em Aprender Inglês
Muitas pessoas gastam milhares de reais anualmente tentando atingir a fluência em inglês através de treinamentos tradicionais.
Além do investimento financeiro tem-se também gastos com material didático, transporte a alimentação. Além disso, devemos considerar o investimento em tempo que inclui, entre outras coisas,  o deslocamento até o curso.

O GRANDE APRENDIZADO É NO DIA A DIA

Isso pode ser polêmico, mas os cursos tradicionais, dada a sua estrutura, acabam por ser uma extensão da escola.
No final das contas, sem perceber, as pessoas acabam objetivando o aprendizado para obter um diploma que vai ajudar na obtenção das vantagens mencionadas acima.
Ao se deparar com desafios que exigem a fluência como uma entrevista em inglês as pessoas passam por apertos e podem comprometer, nos processos seletivos, qualidades como boa articulação e um bom currículo.
Eu e muitos amigos que falam inglês fluentemente passamos pelo mesmo script. Fizemos anos e anos de cursos sem resultados.
Para resolver isso, fizemos um investimento alto e fomos morar temporariamente no exterior num país que fala a língua nativa como EUA, Inglaterra, Austrália ou Canadá.
Em questão de meses já estávamos fluentes na língua. Infelizmente não são todas as pessoas que podem se dar ao luxo de ter essa forma de aprendizado.

CONCLUSÃO E UMA NOVA ABORDAGEM.


Evolução no ensino do Inglês
Porque o aprendizado no exterior é muito mais rápido que a abordagem tradicional no Brasil? Basicamente porque o aprendizado é uma combinação de estudo e exposição diária a língua inglesa.
Você já parou para pensar como uma criança aprende a falar e entender uma língua, no nosso caso o português?
Basicamente ela vai escutando o que você fala, num segundo momento começa a repetir o que você fala e, finalmente, começa a falar e articular frases de forma independente.
Agora pense no seguinte, quando você teve sua primeira aula de gramática você já falava e entendia português?
Parece obvio não, mas o fato é que muitas pessoas estão aprendendo a gramática inglesa sem ao mesmo falar um pouco de inglês.
Para aprender inglês de forma rápida e definitiva você precisa replicar a abordagem de aprendizado natural ou nativa.
Uma das abordagens que vem ganhando destaque é a do Jerry Costa, uma nova metodologia de ensino que está conquistando adeptos de diferentes regiões do Brasil.
Para quem não conhece, Jerry Costa é professor de inglês formado em ‘English as a Second Language’ pela Faculdade Cabrillo College na Califórnia, onde morou em meados da década de 80, em Santa Cruz.
Obs: O “English as a Sencond Language” foi a abordagem que me permitiu atingir a fluência em inglês (após anos de insucesso em outras tentativas).
Jerry é também blogueiro e colunista morou um ano na França, dois no Canadá e um no México e, percebendo a dificuldade das pessoas na pronuncia do idioma inglês, decidiu ao voltar para o Brasil e desenvolver um método mais fácil tanto na leitura e na escrita, como na compreensão e na pronúncia do inglês americano.
A abordagem proposta pelo Jerry tem ajudado executivos, artistas, jornalistas e técnicos a aprenderem inglês rapidamente e comprovou sua eficácia junto a empresas como Record, SBT, FeDex, Cielo, RedeTV e muitas outras dos mais diversos segmentos e portes.
O Jerry preparou um minicurso gratuito composto de 3 vídeo aulas onde ele apresenta o seu método te dá várias dicas, após essas 3 aulas você, certamente, estará um degrau acima do seu nível atual, e, principalmente, conhecendo uma abordagem que pode levar o seu inglês para o próximo nível.
Um forte abraço,
Christian

Fonte: http://pouparinvestirganhar.com.br/10-motivos-pra-aprender-ingles-agora/ 

terça-feira, 21 de junho de 2016

INFLUÊNCIA DO LATIM: LATIM INFLUENCIOU LÍNGUA INGLESA

fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/ingles/influencia-do-latim-latim-influenciou-lingua-inglesa.htm

Por incrível que pareça, o latim foi durante três séculos e meio a língua do poder na Grã-Bretanha. É verdade que a grande marca do inglês da atualidade foi a língua germânica dos povos invasores, mas o latim teve lugar de destaque na composição da língua inglesa.

As marcas de origem latina são identificadas em cada frase do inglês. Isso nos faz pensar que a influência romana se deu em todo o território bretão e que a língua latina foi imposta aos povos que tiveram suas terras invadidas. No entanto, não é verdade. Só nas cidades o processo de latinização foi mais evidente. Isto porque os romanos investiram na construção delas e em obras relativas a elas como foi o caso de estradas como a de "Watling Street", que ligou Londres a Chester.

Os anglo-saxões
É muito provável que esse investimento na vida citadina tenha marcado a cultura bretã na época e tenha deixado seus efeitos na língua. Também vale ressaltar que os maiores difusores de palavras latinas foram os anglo-saxões, povos germânicos que desembarcaram na Grã-Bretanha em 449, aproximadamente 40 anos depois de os romanos se retirarem. Os anglo-saxões tinham tido contato com os romanos ainda no continente e foram responsáveis pela introdução de vocabulário latino no inglês.

Um dos inúmeros termos híbridos latino-germânicos do inglês pode ser encontrado no nome de um dos aeroportos de Londres, o Gatwick. Essa palavra é formada por gat, que evoluiu da forma germânica "goat" (cabra) e "-wick", que resultou da evolução da palavra latina vicus (aldeia ou quinta).

Palavras de origem latina
A influência latina propondo novos hábitos de vida na Grã-Bretanha pode ser vista por meio da presença de termos antigos no inglês atual. É o caso de "cup" (taça), do latim "cuppa" (tonel), de "kitchen" (cozinha), do latim "coquina" (cozinha), de "pillow" (almofada), do latim "pulvinus" (travesseiro), de "wall" (parede), do latim "vallum" (paliçada) entre outros.

A cristianização da Grã-Bretanha, a partir do século 6, trouxe novos termos latinos para a língua inglesa. Esse processo ocorreu por meio de dois pólos: a criação de um mosteiro em 563 por S. Columbano na ilha de Iona de onde partiram missionários para a Escócia e a transformação do mosteiro de Cantuária, em Kent, onde desembarcaou o monge Agostinho, enviado pelo Papa Gregório Magno, em 597.

Mosteiros e religião
O ensino nos mosteiros era ministrado em latim e a Inglaterra tornou-se um dos maiores centros eruditos da Europa. Nessa época, surgem e se expandem termos de origem latina relativos à vida religiosa que marcam a língua inglesa até hoje. São exemplos disso: "bishop" (bispo), "pope" (Papa), "monk" (monge), "nun" (freira) entre outros.

Percebemos outras influências do latim em algumas abreviaturas. A moeda britânica "pounds" (libras), cuja abreviatura é £, tem origem no termo latino "librae". São, também, evoluções de expressões latinas i.e. (isto é), e.g. (por exemplo) e viz (a saber, nomeadamente).
Celina Bruniera, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem.

fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/ingles/influencia-do-latim-latim-influenciou-lingua-inglesa.htm

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA ESPANHOLA NO MUNDO!


 +Yázigi Moóca 


[i]POR: Dalva Marques Martins
ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA:
A língua espanhola originou-se do Latim vulgar falado por parte da população que constituía a Península Ibérica. Mais tarde recebeu o nome de castellano (castelhano) ou língua castellana (castelhana), por ocasião da residência dos reis no reino medieval de Castilla (Castela). Nos dias de hoje, embora o nome ainda seja referência, após a constituição da Espanha como nação e a tentativa de uniformizar o idioma do país, a língua foi oficializada como “espanhol”.
Mesmo o espanhol sendo a língua oficial, não é a única falada na Espanha. Existem outras línguas como, o catalán (catalão), o valenciano, o gallego (galego), o basco ou euskera e também inúmeros dialetos ou variações da língua oficial, entre eles o andaluz, o extremeño (extremenho), o murciano, o canario(canário). Estas línguas e os dialetos são primitivos de diferentes regiões da Espanha e possuem grande importância para a população local, mesmo sendo tratados como segunda língua são, por vezes, mais utilizados do que o espanhol.
No final do século XV, com as novas conquistas territoriais dos espanhóis, a língua expandiu-se por toda a América e sofreu inúmeras modificações, ora permanecendo dentro dos limites de uso popular e outras se propagando por todo o país. Estas ocorreram por questões geográficas, culturais e sociais de cada região, pela coexistência com as línguas indígenas locais e, ainda, pelas peculiaridades dos seus próprios falantes, na maioria soldados e imigrantes de diversas origens.
Assim, com todas as suas variedades, o espanhol tornou-se a língua materna de países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além de língua oficial na Guiné Equatorial (por ter sido colônia Espanhola na África), Filipinas (por ter sido colônia espanhola na Ásia) e na Espanha.

A LÍNGUA ESPANHOLA NA ATUALIDADE:
A língua espanhola hoje é considerada a terceira língua mais falada no mundo e não se limita apenas aos falantes de língua materna, que já ultrapassa os 300 milhões de pessoas. Esse número cresce a cada ano pela quantidade de indivíduos que aprendem o idioma como uma língua estrangeira.
O inglês sustenta o primeiro lugar, seguido do mandarim, falado na China, que permanece em segundo lugar devido à quantidade de habitantes deste país, porém o espanhol se destaca no mundo comercial, principalmente na comunidade européia, onde junto com o inglês são as línguas mais utilizadas. Outro dado interessante é que vem alcançando um número considerável de internautas, sendo atualmente a terceira língua mais utilizada na internet.
No Brasil, a proximidade com as fronteiras de países hispanofalantes e o aumento das relações comerciais impulsionadas pelo MERCOSUL, levaram o governo brasileiro a introduzir a língua espanhola como oferta obrigatória nas escolas, através da Lei nº 11.161, em 05 de agosto de 2005.


[i] Profª Dalva M. Martins é professora universitária. Especialista em economia e relações internacionais, pós-graduada em docência do ensino superior e doutoranda em ciências empresariais pela Universidad Del Museo Social Argentino

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DO INGLÊS PARA IDOSOS

+Yázigi Moóca 


A Importância do Inglês para Idosos

Redatora: Laís Oliveira
O aprendizado de uma língua estrangeira carrega influências biológicas, cognitivas e sociais. Observa-se a existência de estímulos a sentidos, como a visão e a audição; a memória, a atenção e as funções executivas. Ainda por cima influencia no conhecimento de diferentes culturas, na descoberta das diferenças geracionais, e no combate ao preconceito etário denominado ageism.
Afinal, todas as influências que o aprendizado de uma língua estrangeira, e nesse caso o inglês, demonstram que os idosos não apresentam barreiras limitantes ao seu ensino.
Outro ponto que merece destaque foi observado na oficina Senior English em 2013. Segundo os resultados retirados dos relatos dos idosos, os benefícios do inglês também englobam a possibilidade de viajar, conhecer novas mídias e meios de comunicação e entretenimento, conhecer novas fontes de leitura (revistas e jornais) e o aprimoramento profissional. Além disso, pode fortalecer laços familiares e formar novas amizades através do ensino da língua inglesa, ofertando assim, grandes ganhos de vida.
De acordo com todos esses fatores, foi criada na Universidade Aberta a Terceira Idade (UnATI), do campus USP Leste, a oficina Senior English já mencionada no texto. Ela teve início no primeiro semestre de 2012, com aulas presenciais e adequadas ao aprendizado de inglês para pessoas idosas.
Para dar continuidade ao ensino e prática da língua, assim como estimular novas pessoas a terem interesse ao inglês, surgiu a parceria com a OPA, que em algumas vezes por mês terá publicações sobre o assunto em seu site e/ou na sua página na Rede Social Facebook.
Veja abaixo alguns relatos de idosos que já começaram a aprendizagem da língua inglesa e apresentam bons motivos para que mais pessoas também iniciem os estudos: