terça-feira, 21 de junho de 2016

INFLUÊNCIA DO LATIM: LATIM INFLUENCIOU LÍNGUA INGLESA

fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/ingles/influencia-do-latim-latim-influenciou-lingua-inglesa.htm

Por incrível que pareça, o latim foi durante três séculos e meio a língua do poder na Grã-Bretanha. É verdade que a grande marca do inglês da atualidade foi a língua germânica dos povos invasores, mas o latim teve lugar de destaque na composição da língua inglesa.

As marcas de origem latina são identificadas em cada frase do inglês. Isso nos faz pensar que a influência romana se deu em todo o território bretão e que a língua latina foi imposta aos povos que tiveram suas terras invadidas. No entanto, não é verdade. Só nas cidades o processo de latinização foi mais evidente. Isto porque os romanos investiram na construção delas e em obras relativas a elas como foi o caso de estradas como a de "Watling Street", que ligou Londres a Chester.

Os anglo-saxões
É muito provável que esse investimento na vida citadina tenha marcado a cultura bretã na época e tenha deixado seus efeitos na língua. Também vale ressaltar que os maiores difusores de palavras latinas foram os anglo-saxões, povos germânicos que desembarcaram na Grã-Bretanha em 449, aproximadamente 40 anos depois de os romanos se retirarem. Os anglo-saxões tinham tido contato com os romanos ainda no continente e foram responsáveis pela introdução de vocabulário latino no inglês.

Um dos inúmeros termos híbridos latino-germânicos do inglês pode ser encontrado no nome de um dos aeroportos de Londres, o Gatwick. Essa palavra é formada por gat, que evoluiu da forma germânica "goat" (cabra) e "-wick", que resultou da evolução da palavra latina vicus (aldeia ou quinta).

Palavras de origem latina
A influência latina propondo novos hábitos de vida na Grã-Bretanha pode ser vista por meio da presença de termos antigos no inglês atual. É o caso de "cup" (taça), do latim "cuppa" (tonel), de "kitchen" (cozinha), do latim "coquina" (cozinha), de "pillow" (almofada), do latim "pulvinus" (travesseiro), de "wall" (parede), do latim "vallum" (paliçada) entre outros.

A cristianização da Grã-Bretanha, a partir do século 6, trouxe novos termos latinos para a língua inglesa. Esse processo ocorreu por meio de dois pólos: a criação de um mosteiro em 563 por S. Columbano na ilha de Iona de onde partiram missionários para a Escócia e a transformação do mosteiro de Cantuária, em Kent, onde desembarcaou o monge Agostinho, enviado pelo Papa Gregório Magno, em 597.

Mosteiros e religião
O ensino nos mosteiros era ministrado em latim e a Inglaterra tornou-se um dos maiores centros eruditos da Europa. Nessa época, surgem e se expandem termos de origem latina relativos à vida religiosa que marcam a língua inglesa até hoje. São exemplos disso: "bishop" (bispo), "pope" (Papa), "monk" (monge), "nun" (freira) entre outros.

Percebemos outras influências do latim em algumas abreviaturas. A moeda britânica "pounds" (libras), cuja abreviatura é £, tem origem no termo latino "librae". São, também, evoluções de expressões latinas i.e. (isto é), e.g. (por exemplo) e viz (a saber, nomeadamente).
Celina Bruniera, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação é mestre em Sociologia da Educação pela USP e assessora educacional para a área de linguagem.

fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/ingles/influencia-do-latim-latim-influenciou-lingua-inglesa.htm

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA ESPANHOLA NO MUNDO!


 +Yázigi Moóca 


[i]POR: Dalva Marques Martins
ORIGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA:
A língua espanhola originou-se do Latim vulgar falado por parte da população que constituía a Península Ibérica. Mais tarde recebeu o nome de castellano (castelhano) ou língua castellana (castelhana), por ocasião da residência dos reis no reino medieval de Castilla (Castela). Nos dias de hoje, embora o nome ainda seja referência, após a constituição da Espanha como nação e a tentativa de uniformizar o idioma do país, a língua foi oficializada como “espanhol”.
Mesmo o espanhol sendo a língua oficial, não é a única falada na Espanha. Existem outras línguas como, o catalán (catalão), o valenciano, o gallego (galego), o basco ou euskera e também inúmeros dialetos ou variações da língua oficial, entre eles o andaluz, o extremeño (extremenho), o murciano, o canario(canário). Estas línguas e os dialetos são primitivos de diferentes regiões da Espanha e possuem grande importância para a população local, mesmo sendo tratados como segunda língua são, por vezes, mais utilizados do que o espanhol.
No final do século XV, com as novas conquistas territoriais dos espanhóis, a língua expandiu-se por toda a América e sofreu inúmeras modificações, ora permanecendo dentro dos limites de uso popular e outras se propagando por todo o país. Estas ocorreram por questões geográficas, culturais e sociais de cada região, pela coexistência com as línguas indígenas locais e, ainda, pelas peculiaridades dos seus próprios falantes, na maioria soldados e imigrantes de diversas origens.
Assim, com todas as suas variedades, o espanhol tornou-se a língua materna de países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além de língua oficial na Guiné Equatorial (por ter sido colônia Espanhola na África), Filipinas (por ter sido colônia espanhola na Ásia) e na Espanha.

A LÍNGUA ESPANHOLA NA ATUALIDADE:
A língua espanhola hoje é considerada a terceira língua mais falada no mundo e não se limita apenas aos falantes de língua materna, que já ultrapassa os 300 milhões de pessoas. Esse número cresce a cada ano pela quantidade de indivíduos que aprendem o idioma como uma língua estrangeira.
O inglês sustenta o primeiro lugar, seguido do mandarim, falado na China, que permanece em segundo lugar devido à quantidade de habitantes deste país, porém o espanhol se destaca no mundo comercial, principalmente na comunidade européia, onde junto com o inglês são as línguas mais utilizadas. Outro dado interessante é que vem alcançando um número considerável de internautas, sendo atualmente a terceira língua mais utilizada na internet.
No Brasil, a proximidade com as fronteiras de países hispanofalantes e o aumento das relações comerciais impulsionadas pelo MERCOSUL, levaram o governo brasileiro a introduzir a língua espanhola como oferta obrigatória nas escolas, através da Lei nº 11.161, em 05 de agosto de 2005.


[i] Profª Dalva M. Martins é professora universitária. Especialista em economia e relações internacionais, pós-graduada em docência do ensino superior e doutoranda em ciências empresariais pela Universidad Del Museo Social Argentino

segunda-feira, 13 de junho de 2016

A IMPORTÂNCIA DO INGLÊS PARA IDOSOS

+Yázigi Moóca 


A Importância do Inglês para Idosos

Redatora: Laís Oliveira
O aprendizado de uma língua estrangeira carrega influências biológicas, cognitivas e sociais. Observa-se a existência de estímulos a sentidos, como a visão e a audição; a memória, a atenção e as funções executivas. Ainda por cima influencia no conhecimento de diferentes culturas, na descoberta das diferenças geracionais, e no combate ao preconceito etário denominado ageism.
Afinal, todas as influências que o aprendizado de uma língua estrangeira, e nesse caso o inglês, demonstram que os idosos não apresentam barreiras limitantes ao seu ensino.
Outro ponto que merece destaque foi observado na oficina Senior English em 2013. Segundo os resultados retirados dos relatos dos idosos, os benefícios do inglês também englobam a possibilidade de viajar, conhecer novas mídias e meios de comunicação e entretenimento, conhecer novas fontes de leitura (revistas e jornais) e o aprimoramento profissional. Além disso, pode fortalecer laços familiares e formar novas amizades através do ensino da língua inglesa, ofertando assim, grandes ganhos de vida.
De acordo com todos esses fatores, foi criada na Universidade Aberta a Terceira Idade (UnATI), do campus USP Leste, a oficina Senior English já mencionada no texto. Ela teve início no primeiro semestre de 2012, com aulas presenciais e adequadas ao aprendizado de inglês para pessoas idosas.
Para dar continuidade ao ensino e prática da língua, assim como estimular novas pessoas a terem interesse ao inglês, surgiu a parceria com a OPA, que em algumas vezes por mês terá publicações sobre o assunto em seu site e/ou na sua página na Rede Social Facebook.
Veja abaixo alguns relatos de idosos que já começaram a aprendizagem da língua inglesa e apresentam bons motivos para que mais pessoas também iniciem os estudos:

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A corrida pelo domínio de um segundo idioma



Na maioria das profissões, o domínio de um idioma estrangeiro sempre contou pontos no currículo. Antigamente, nas empresas, eram poucos os funcionários que dispunham dessa vantagem, e a eles recorriam os colegas quando precisavam traduzir uma palavra ou um texto. Esse mundo, evidentemente, ficou para trás. Falar outra língua, principalmente o inglês, tornou-se uma obrigação para quem pretende subir na vida. A novidade é que já não basta falar o idioma. A exigência nos bons empregos, agora, é que se tenha fluência ao usá-lo para conversar. Tropeçar nas palavras, gaguejar em busca da expressão correta, exibir um sotaque incompreensível - tudo isso faz parte de um tempo romântico em que era divertido falar "portunhol" com os argentinos e os americanos achavam pitoresco o esforço dos brasileiros para negociar no idioma de Shakespeare. A corrida em busca da fluência em outra língua pode ser medida pela quantidade de brasileiros que viajam para o exterior com o fim específico de estudá-la. Segundo dados da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), associação que reúne as principais instituições que trabalham com cursos, estágios e intercâmbio em outros países, 120 000 brasileiros viajaram com esse objetivo em 2008, contra 86 000 em 2007 e 71 000 em 2006. 

Diz o paulista Luiz Carnier, professor do MBA ministrado totalmente em inglês da Business School São Paulo: "Nos anos 70, para alguns cargos específicos, as empresas exigiam apenas comunicação por escrito em outros idiomas. Com o avanço da tecnologia, o ritmo dos negócios mudou e aumentou a exigência por fluência, pronúncia e conhecimento da cultura do interlocutor". Fluência num idioma não significa dispor de um vocabulário imenso, como os nativos do país onde ele é falado. Significa dominar amplamente o vocabulário usado na profissão em que se trabalha. O mundo dos negócios, pela natureza globalizada dos mercados, é hoje o terreno onde fica mais evidente a exigência do domínio de idiomas. "Quando grandes volumes de dinheiro estão em jogo, o executivo precisa se comunicar adequadamente para garantir a precisão absoluta da negociação", diz Augusto Carneiro, da firma carioca de recolocação profissional Zaitech Consulting

Em outras profissões existe a mesma premência de falar outra língua com desembaraço. O dentista mineiro Rodrigo dos Santos, de 35 anos, passou o Carnaval com outras quinze pessoas num programa de imersão em inglês realizado pela escola de idiomas Celil num sítio no sul de Minas. Durante cinco dias, os participantes só puderam falar em inglês, até mesmo ao conversar com os familiares por telefone. Santos explica que buscou o curso de imersão para ampliar a clientela. "Tenho planos de atender em meu consultório, em Belo Horizonte, pacientes estrangeiros que fazem turismo de saúde no Brasil", diz. Há duas semanas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou que, a partir de março, todos os pilotos brasileiros que realizam voos para o exterior apresentem certificado que comprove capacidade de comunicação operacional em inglês. 

A primeira pergunta que surge a quem se impõe o desafio de falar outro idioma fluentemente é: será preciso passar um tempo no exterior? Não necessariamente. Um bom começo é identificar as estratégias que funcionam melhor para cada tipo de pessoa. Diz a linguista Neide Maia Gonzalez, da Universidade de São Paulo: "Algumas pessoas têm mais facilidade em apreender informações visualmente. Outras, por meio dos sons. Há as que se dão bem com técnicas de memorização. Cada um deve descobrir com quais técnicas se afina melhor e assumir o controle de seu aprendizado". Os vínculos afetivos que existem - ou se desenvolvem - com a cultura do país onde o idioma é falado podem contribuir para sua assimilação. Ouvir músicas americanas lendo as respectivas letras e assistir aos filmes de Hollywood tentando associar as vozes com as legendas são técnicas muito usadas para que o aprendizado não seja um esforço entediante. Também unindo o útil ao agradável, há diversos cursos que combinam o estudo do idioma - principalmente italiano, espanhol e francês - à prática da gastronomia. 

A paulista Marília Ramos, administradora de empresas de 26 anos, ilustra os benefícios de transformar o estudo numa forma de entretenimento. Sem nunca ter morado no exterior, ela conquistou uma base sólida em inglês e espanhol com cursos de idiomas realizados no Yázigi e muita dedicação nas horas livres. "Para mim é um grande prazer estudar idiomas, então sempre que posso leio em outra língua e vejo filmes sem legendas", ela conta. Marília trabalha no departamento de marketing de uma multinacional, prepara relatórios e faz apresentações em inglês e espanhol. Para quem gosta de despender várias horas diante do computador, a internet está cheia de ferramentas de suporte para o aperfeiçoamento em idiomas. O gaúcho Felipe Hentz, de 33 anos, técnico em informática em Porto Alegre, conta que, além de tomar aulas particulares em sua escola de inglês o Yázigi, ouvir rádios como a inglesa BBC e ler jornais estrangeiros foram recursos essenciais para sua fluência no inglês. "Na multinacional em que trabalhei até dois anos atrás, fui promovido para um departamento no qual fazia teleconferências com os executivos americanos da matriz", ele relata. Depois de descobrir quais recursos são ideais para chegar à fluência num idioma, vem a fase crucial: praticar muito até se sentir à vontade para conversar naturalmente - e sem gaguejar.
No Yázigi Mooca, você encontra uma equipe de profissionais gabaritados para lhe ensinar Inglês e Espanhol, em turmas formadas de no máximo 10 alunos por sala ou individualmente em horários que variam das 07h da manhã até às 21h da noite.
Fale com nossa consultora de vendas e descubra quantas portas vão se abrir para você.

SEIS DICAS PARA MELHORAR O APRENDIZADO POR MEIO DA ESCRITA


Ter o hábito da leitura é benéfico em vários aspectos, mas, às vezes, só isso não basta. Segundo o professor Pierluigi Piazzi "quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente". Isso pode ajudar na hora da aprendizagem, para fixar o conteúdo. Veja algumas dicas.

 - Escreva à mão: “você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", explicou o professor.

- Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia: não acumule matérias, estude os conteúdos do dia em casa também, isso será importante para memorizar e aprender melhor.
- Música? Só em línguas que você não entenda: há muitas pessoas que se concentram melhor ouvindo música, e isso não é errado. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda, pois isso pode fazer você desviar sua atenção para a letra.
- Respeite seu tempo: se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.
- Crie um pequeno ritual antes de estudar: sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritual prévio. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa ou o que achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.
- Estude sozinho: estudar com os amigos é legal, mas nem sempre é produtivo. É normal que, durante os estudos, haja desvios de conversas e assuntos e é bem provável que vocês saiam totalmente do foco. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz o professor Pierluigi. A melhor dica para um bom estudo, aliás, é explicar a matéria para si mesmo.
Fonte: Terra/Educação

terça-feira, 7 de junho de 2016

INGLÊS É FÁCIL DE SE APRENDER...



Há fortes evidencias que apoiam a alegação de que o Inglês é um idioma difícil para ser aprendido. O Inglês tem um sistema de ortografia um tanto maluco e parece que cada palavra tem suas próprias regras de pronúncia. Isso porque o Inglês “pegou emprestado” muitas palavras de outros idiomas. Para saber como ler a ortografia é necessário saber qual é o idioma de origem ou já ter ouvido a pronúncia correspondente.
Em Inglês, os verbos irregulares são igualmente complexos, além de serem uma dor de cabeça para quem aprende Inglês. Por que o passado de “buy” é “bought”, e porque o passado de “sell” é “sold.” Por que “buyed” ou “selled” não são palavras reais?
Em Inglês, as perguntas são formuladas com a inversão das palavras, o que não existe em outros idiomas como o Português. Muitos Brasileiros dizem: “You are American?” ao invés da forma correta que é “Are you American?” A ordem das palavras é importante quando fazemos perguntas e quando descrevemos os substantivos. O Inglês tem palavras muito astutas ditando regras que tornam “A cute little brown dog” uma frase correta, enquanto que “A brown cute little dog” seria incorreto.

Por Que Inglês é Fácil

Apesar das dificuldades, o Inglês é na verdade o idioma mais fácil no mundo para ser aprendido. Você pode achar que sou louco por dizer isso, mas deixo explicar.
Diferente de outros idiomas, o Inglês não tem casos, gênero, combinação de palavras e sem dúvida tem um sistema gramatical bem mais simples. Aqueles que falam Inglês, às vezes, têm dificuldades em aprender o Português porque não estão muito acostumados ao fato das palavras terem gêneros.
O ração porque Inglês é o idioma mais fácil para aprender é a sua vasta seleção de meios e recursos para o aprendizado de Inglês, incluindo programas de TV, filmes, música,podcasts, livros e websites. O Inglês é o idioma estrangeiro mais estudado no mundo e há vários recursos disponíveis para ajudar cada estudante de Inglês em seu idioma específico. Há centenas, talvez milhares de livros sobre o aprendizado do Inglês como um idioma estrangeiro que você pode usar para melhorar seus estudos. Além disso, há vários outros blogues na internet para estudar Inglês.
Porém, estudar a partir de um livro levará você até parte do caminho. Você precisa entrar em contato com o idioma real na forma em que ele é falado por seus falantes nativos para que você possa pronunciar o melhor Inglês. Você precisa criar um estilo de vida a partir do Inglês, ouvindo músicas, assistindo televisão e lendo em Inglês todos os dias. A popularidade da cultura pop Inglês significa que você não precisa ir muito longe para encontrar recursos em inglês que possam ser incorporados na sua vida cotidiana.
O Inglês parecerá fácil para você quando parar de enxergá-lo como algo mecânico e quando você começar a se conectar à cultura que origina o idioma. Você precisa se conectar mais profundamente ao idioma absorvendo os meios que o Inglês produz.
Há centenas de programas de TV em Inglês que você pode assistir grátis online para ajuda-lo a melhorar suas habilidades no idioma. Assistir um episódio de Friends todos os dias pode melhorar muito seu Inglês e isso vai ajuda-lo a entender a cultura que o idioma tem. Nenhum outro idioma trás tantos e diferentes tipos de programas de TV shows que garantem divertimento a todos. Eu encontrei dificuldade em achar bons programas de TV em Português, já que a maioria são novelas. Se você conhece um bom programa da TV Brasileira, por favor, escreve nos comentários.

Está Tudo Na Sua Cabeça

Que a verdade seja dita, não há sentido em perguntar se o Inglês é um idioma difícil ou fácil para ser aprendido. Se você quiser acreditar que o Inglês é um idioma difícil, certamente encontrará motivos para justificar sua crença de que é um aprendizado difícil. Mas se você quiser acreditar que é fácil aprender será fácil acreditar motivos que justifiquem esse pensamento.
A pergunta mais importante a ser feita é se você está disposto a se dedicar ao processo de aprendizado de um idioma, o que significa ter um contato diário com o idioma e incorporá-lo ao seu estilo de vida. Qualquer coisa que possa parecer difícil pode ser conquistada se você se dedicar e se comprometer como o resultado final. A NASA não perguntou se seria difícil manda o homem à lua, ela simplesmente perguntou se era possível e descobriu formas de fazer isso acontecer.
O aprendizado de um idioma não é um destino com um caminho livre a ser seguido, é uma jornada que o levará a diferentes caminhos. Há vários caminhos para a fluência, mas o que todos têm em comum é que VOCÊ é o único que vai segui-los. É VOCÊ quem dita seu passo e você, no final das contas é o único responsável pelos seus erros e seus sucessos.

PODEMOS DECLARAR CURSO DE INGLÊS NO IMPOSTO DE RENDA?

Resposta: Não. Apenas são dedutíveis os valores pagos a cursos regulares (línguas estão fora disso). O limite é de R$ 3.375,83 por ano para o titular da declaração e para cada um dos seus dependentes ou alimentandos
Para serem dedutíveis como despesas de instrução, o contribuinte, seus dependentes ou alimentandos precisam realizar um dos seguintes cursos:
  • educação infantil (creche e pré-escola)
  • ensino fundamental
  • ensino médio 
  • educação superior (graduação e pós: mestrado, doutorado e especialização
  • educação profissional (ensino técnico e o tecnológico)
Também é permitido deduzir os valores pagos com alimentandos, desde que tenha havido uma decisão judicial ou acordo homologado judicialmente ou por escritura pública.
Além do curso de inglês, também não são dedutíveis gastos com transporte, moradia, material escolar e uniforme.
Fonte: Receita Federal

OQUE É UM CURSO INTENSIVO DE IDIOMAS?

Cada vez mais, torna-se indispensável o conhecimento da língua inglesa, bem como outros idiomas que causam reflexos e influências mundiais. Por isso, saber inglês é o mínimo para a maioria das pessoas hoje em dia. No Brasil, essa necessidade também ocorre e, principalmente neste ano, por causa das Olimpíadas.
Como muitos precisam aprender inglês rapidamente, o ideal e mais indicado é fazer o curso de inglês intensivo. Mas você sabe o que é isso? O intensivo é um curso mais forte e que exige um tempo maior dos alunos, bem como, comprometimento para aprender o inglês em menos tempo.
Isso porque, as aulas possuem carga horária maior e aumento na frequência de dias para que os estudantes possam aprender mais rápido. O Yázigi Moóca oferece metodologia simples e totalmente eficaz, que é capaz de motivar os alunos para que eles aumentem a segurança e aprendam com prazer e vontade.

Curso de inglês intensivo: 

Saiba quais são as principais vantagens

O intensivo de inglês possui várias vantagens, já que a partir dessa opção, você pode ter um contato mais frequente com o idioma e assim, aprenderá de modo mais fácil. Isso porque, com o apoio de recursos áudio-visuais, o aluno aprende a falar de forma natural ao associar sons às ideias que são divulgadas no ambiente de aula.
Os professores também oferecem total apoio aos alunos e podem auxiliá-lo durante todo o processo de aprendizagem, através da House of English (que permite além de estudar na escola, você também estudar em sua casa) e plantão com o Orientador Pedagógico. Vale lembrar também que, nossa escola de inglês o Yázigi Moóca está preparada para atender suas principais necessidades, pois sabemos que há diversas áreas e distintos tipos de público que precisam do curso.

Depois de conhecer e entender melhor o que é o Curso de Inglês Intensivo do Yázigi, entre em contato conosco e agende uma aula experimental através do telefone: 011-2021-6222

ESTUDAR IDIOMAS VIROU NECESSIDADE!



Que a globalização encolheu – e muito – o mundo que seus avós conheceram, não se discute. O maior reflexo desse contexto no mercado de trabalho pode soar novidade: ter um segundo idioma já não é mais um diferencial para quem vai cursar uma graduação. É regra, e, em pouco tempo, deve se tornar tão básico para a formação quanto a tabuada.

Diretor da Escola de Engenharia da UFRGS, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho explica que a necessidade de dominar outro idioma vai além do acesso a uma boa colocação no mercado de trabalho. O inglês, segundo ele, é a língua da ciência, o que torna o conhecimento do idioma importante na graduação. 

– (Saber inglês) é indispensável. É a língua na qual se publicam as coisas mais atuais, onde os pesquisadores se encontram. Quem não sabe terá dificuldade para acessar as publicações científicas – diz.


O domínio de inglês permite, inclusive, que o estudante acesse conteúdos de universidades renomadas de graça, e sem sair de casa. Nos últimos anos, instituições como Harvard e o MIT têm disponibilizado cursos online gratuitos nesse idioma.  

Já quem pretende seguir na carreira acadêmica não tem escolha: ter proficiência em um segundo idioma é obrigatório na pós-graduação. Isso porque os diplomas de mestrado e doutorado só são concedidos a quem tem bom conhecimento em uma segunda língua. 

Aprender nunca é demais, mas, quando o assunto é idiomas, desbravar múltiplas fronteiras pode ser ainda melhor. Coordenadora do MBA em gestão de Recursos Humanos da Unisinos, Elenise Martins da Rocha alerta que, diante da “normalização” do inglês como pré-requisito, bons conhecimentos em um terceiro idioma têm sido mais valorizados. 



– Como o inglês é mais comum, saber outro idioma, como o espanhol, tornou-se um diferencial. Hoje, menos de 10% dos brasileiros têm fluência em duas línguas além do português – diz.


Ganho pessoal
Mais do que se dar bem na faculdade ou conseguir um bom emprego, o aprendizado de novas línguas propicia crescimento pessoal. Coordenador do curso de Filosofia da Unisinos, Clóvis Vitor Gedrat explica que saber um outro idioma ajuda a compreender como outros povos enxergam o mundo:

– É o que chamamos de cosmovisão. Deixa o horizonte muito mais aberto, e é importante, principalmente, para quem quer ser professor. Por isso, tentamos incentivar os alunos a buscarem ler os autores em seu idioma original. Traz um ganho muito grande.

Visite nossa escola, agende sua visita: 011-2021-6222